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Acta da 4ª Reunião de Criadores e Proprietários de Cavalos PSA

- na Quinta da Figoeira, aos 25/06/2003 –

 

A reunião teve lugar na Quinta da Figoeira e teve início às 11 horas.

 

Estavam presentes: Eng. João Nogueira Lopes Aleixo, João Salgueiro Lopes Aleixo, António Salgueiro Lopes Aleixo, Vasco Lopes Avó, Dr. Mário Barbosa, Jorge Luís da Conceição, Pedro Nuno Figueiredo Cravo, Arq. José Francisco Beja Falcão, José Maria de Sousa Vaz Freire, Luís Maria Pestana Torres Vaz Freire, Manuel H. D. Heleno (que presidiu), Luís Miguel Barradas Lopes, José Adriano Murteira Martins, João Carlos de Torres Vaz Freire Mira, Aniceto Gomes Monteiro, António Nobre de Oliveira, Josef Schreiber, Dr. Caetano Macedo de Oliveira Soares, Luís Miguel da Veiga.

Informaram estar impedidos: Gaspar Manuel Batalha Magarreiro, Eng. Fernando de Castro Van Zeller Pereira Palha.

Foram sucessivamente abordados os diferentes pontos da Agenda da Reunião, tendo todas as decisões sido tomadas por unanimidade.

 

– Introdução

Manuel Heleno, começou por agradecer a presença de todos e manifestou depois o seu júbilo por verificar que o número de presenças aumenta de uma reunião para a outra, o que certamente se explica pelo reconhecimento do interesse de um trabalho conjunto na tomada de decisões extremamente importantes para o futuro da criação de Cavalos Árabes em Portugal, pela necessidade de se conhecerem as opiniões e as sugestões dos interessados e pelo proveito de um maior contacto entre todos aqueles que se interessam pelo PSA.

 

– Aprovação da Acta da 3ª Reunião de Criadores e Proprietários de PSA.

Foi aprovada por unanimidade.

 

- Entrega dos Diplomas do “Cours International de Juges de Morphologiea todos os presentes que frequentaram o referido curso, professado pelo Senhor Alain James, em 22 e 23 de Março passados.

 

- Alterações ao Regulamento Nacional de Modelo e Andamentos

Dado que ainda não foi dado o devido andamento aos vários pedidos de alterações ao Regulamento Nacional de Modelo e Andamentos, feita pelos Criadores e Proprietários de Puros Sangue Árabe à Associação Portuguesa de Criadores de Raças Selectas, nomeadamente pela correspondência de 19 de Fevereiro último, foi decidido por unanimidade solicitar ao Senhor Presidente da Mesa da Assembleia-geral uma Assembleia-geral Extraordinária, ao abrigo do Artigo 19º, §2º, nº 3, dos Estatutos daquela Associação.

O referido pedido, com as devidas assinaturas, foi enviado à Associação Portuguesa de Criadores de Raças Selectas, por carta registada, em 26 de Junho.

 

– Na última semana de Outubro, as 2as Provas Testes para Reprodutores, na Coudelaria Nacional

Falou-se da necessidade destas provas para seleccionar os melhores reprodutores e das suas repercussões no futuro.

Fez-se menção da meritória participação da Coudelaria Nacional no evento, que tudo põe à disposição dos interessados, graças ao entusiasmo do seu Director, Senhor Dr. Mário Barbosa.

Dado que este tipo de provas só se realizam desde Outubro último e que alguns Criadores desejam testar os seus reprodutores, em acordo com o já decidido por unanimidade, durante pelo menos dois ou três anos, as provas serão abertas a animais de todas as idades, a partir dos 3 anos.

Também foi determinado que no Cross o número de obstáculos obrigatórios variará com a idade dos animais. Cada obstáculo, obrigatório ou facultativo, terá uma pontuação entre 1 e 4 pontos, em acordo com a sua dificuldade.

Nota - Lembra-se que estas provas, que se revestem do maior interesse para o futuro da Raça Árabe no nosso País, por enquanto não são obrigatórias para os reprodutores e têm como principal finalidade dar a conhecer aos criadores (ou proprietários), o valor de cada animal, sendo gratificados com o prestígio de terem submetido a sua produção cavalar aos referidos testes.

Nas provas para os animais de 5 ou mais anos, os melhores animais receberão o diploma e o título de “Reprodutor Elite”, nas provas para os 3 e 4 anos o diploma e o título de “Reprodutor Testado”.

As Provas Testes de Selecção de Reprodutores PSA (exemplo que parece vai ser seguido por outras raças), serão realizadas todos os anos, na última semana de Outubro, na Coudelaria Nacional. Incontestavelmente, delas depende em grande parte o futuro do PSA nacional, que desejamos extremamente belo, com óptimo carácter e muito funcional, as principais características a preservar na mais importante e antiga das Raças.

As provas para cavalos e éguas de 3 e 4 anos serão realizadas de forma a não comprometer o futuro do animal e têm como finalidade a simples “indicação do valor do reprodutor”. Elas serão constituídas por uma prova de Ensino básico, uma prova de Cross sem velocidade imposta (distância máxima 1200 metros, obstáculos naturais e francos – no máximo 8 obstáculos para os 3 anos e 10 para os 4 anos -), e uma prova de Modelo e Andamentos, não montada.

No Cross para os 3 anos, só 4 obstáculos serão obrigatórios (troncos de arvore ou equivalente). Nas provas para os 4 anos só 6 obstáculos serão obrigatórios.

As provas para cavalos e éguas de 5 ou mais anos, também serão realizadas num só dia, são um pouco “mais puxadas” e serão constituídas por:

- uma prova de Ensino, seguida por um Cross com um máximo de 14 obstáculos simples (só 10 serão obrigatórios) e 1800 metros, a uma velocidade de 450 m/m;

- depois de um repouso de 2 horas, terá lugar uma prova de Resistência de 40 km, a uma velocidade de 15 km/hora, seguida por uma prova de Modelo e Andamentos não montada.

Em todas as idades os obstáculos obrigatórios e os obstáculos facultativos do Cross terão uma pontuação entre 1 e 4 pontos, em acordo com a sua dificuldade.

 

– Na última semana de Outubro, Segundo Curso para Juízes, Criadores ou Proprietários (de todas as raças)

Dado o enorme sucesso do 1º Curso realizado, foi decidido organizar, na última semana de Outubro, um segundo curso. Este, será de novo professado pelo Senhor Alain James e não será uma repetição do 1º curso mas sim a sua continuação. Os inscritos no 1º Curso terão prioridade de inscrição.

O curso terá lugar na Coudelaria Nacional da Fonte Boa, instalação imediatamente posta à disposição pelo seu Director, Sr. Dr. Mário Barbosa.

 

– A “Federação Portuguesa de Criadores de Cavalos de Raças Selectas”

Manuel Heleno apresentou uma proposta de Estatutos para a futura “Federação Portuguesa de Criadores de Cavalos de Raças Selectas”. Resumiu depois as suas grandes linhas de base, que constituem sem dúvida os assuntos de mais delicada resolução, dizendo:

w Durante as Assembleias-gerais da Associação Portuguesa de Criadores de Raças Selectas de 1998 e 1999, expus as vantagens que a meu ver haveria em transformar aquela Associação em Federação Portuguesa de Criadores de Cavalos de Raças Selectas.

 Em Março de 1999, a pedido da Mesa da Assembleia-geral, ultimei a primeira proposta de estatutos da Federação Portuguesa de Criadores de Cavalos de Raças Selectas, que recentemente revi pois só agora me voltou a ser solicitada.

Este trabalho tem como objectivo principal e incontestável, o de “dar uma segunda vida” à Associação Portuguesa de Criadores de Raças Selectas, de a modernizar, de a actualizar, de a adaptar às circunstâncias, de encontrar uma solução capaz de evitar o seu declínio, e nunca de destruir aquela ilustre e centenária Casa que tanto fez pela criação cavalar portuguesa e pelos criadores nacionais.

Assim, excluímos completamente a ideia de criar qualquer novo organismo que a anexasse e a colocasse num plano secundário, o que obviamente não resolveria os seus problemas, em nada a prestigiaria e implicaria o seu desaparecimento a curto prazo. Optámos sem hesitar por uma “transformação” da Associação Portuguesa de Criadores de Raças Selectas em Federação Portuguesa de Criadores de Cavalos de Raças Selectas. Esta transformação processar-se-á facilmente: 1 - formação de associações nacionais detentoras dos Livros Genealógicos das diferentes raças; 2 - criação da nova federação; 3 - extinção da Associação Portuguesa de Criadores de Raças Selectas.

Evidentemente, o importante espólio e o emblema da Associação Portuguesa de Criadores de Raças Selectas transitarão para a nova federação, que em definitivo não será mais que uma evolução da Associação Portuguesa de Criadores de Raças Selectas (que até já funcionava quase como uma federação de criadores, mas sem as enormes vantagens que como federação poderá obter).

E, obviamente, embora nenhuma associação seja obrigada a tornar-se sócia da futura Federação Portuguesa de Criadores de Cavalos de Raças Selectas, todas as associações existentes terão toda a vantagem em a ela aderirem para poderem usufruir das vantagens oferecidas aos seus Membros.”

Exposto este primeiro ponto e depois de discussão foi perguntado aos presentes se se deveria transformar a APCRS em Federação, ou se se deveria criar uma Federação que teria a APCRS como sócia (como qualquer outra associação). Por unanimidade foi dado o parecer que sem dúvida a APCRS deveria ser transformada em Federação.

 

w Passou-se a outro ponto que necessitava uma escolha e que Manuel Heleno expôs:

Para ser eficaz, a futura Federação Portuguesa de Criadores de Cavalos de Raças Selectas deverá estar perfeitamente esclarecida sobre os problemas e interesses de cada raça cavalar, de mesmo que todas as raças devem conhecer as grandes linhas de orientação da federação. Assim sendo, parece fundamental, e até evidente, que a Direcção da nova federação integre obrigatoriamente na sua Direcção um representante de cada raça cavalar, escolhido de preferência entre os Membros da Direcção de cada associação nacional detentora de um Livro Genealógico.

Por unanimidade ouve concordância total sobre este importante assunto.

w Outra dificuldade a resolver foi a de determinar o número de votos de que disporão os vários Membros da futura federação.

“Visivelmente, dada a enorme discrepância entre o número de criadores e o de animais existente nas diferentes raças, não é possível considerar aqueles números para efeito de votação, o que provocaria incontestavelmente a dominação das raças mais numerosas e a asfixia das menos representadas, mesmo se de grande interesse para o País. Isto seria um erro, pois uma federação tem de defender igualmente as diferentes raças, que nela devem estar igualmente representadas (o que não obsta a que as raças com maior número de animais, por exemplo, recebam subsídios proporcionais a esse número).

Por outro lado, é obvio que as associações nacionais detentoras de um Livro Genealógico deverão beneficiar de um maior peso que as outras associações, geralmente regionais, que se podem multiplicar ao infinito, que têm uma representatividade muito variável e que naturalmente estarão mais orientadas para os interesses locais. Além de que as associações nacionais detentoras de um Livro Genealógico terão certamente uma visão mais alargada da raça que representam, dos seus interesses gerais e dos seus problemas a nível federativo, nacional e internacional, facto fundamental que se reveste da maior importância.

Depois de longa reflexão, foi por unanimidade dado o parecer que:

- as associações nacionais detentoras de Livros Genealógicos deverão, em Assembleia-geral, ter 60% da totalidade dos votos, repartidos igualmente entre os diferentes Livros

- as outras associações, entidades, sociedades, clubes, instituições ou organismos de criadores de cavalos deverão, em Assembleia-geral, ter 40% da totalidade dos votos, repartidos em acordo com o número de “sócios-criadores” que possuam (será considerado criador todo aquele que nos últimos 3 anos tenha oficialmente declarado pelo menos um nascimento).

w Sobre as cotizações dos Membros:

“Julgamos justo que as cotizações que cada Membro Associado deverá pagar à Federação Portuguesa de Criadores de Cavalos de Raças Selectas sejam proporcionais ao numero de sócios de cada associação, clube, instituição ou organismo de criadores de cavalos, até porque quanto maior for o número de sócios de uma associação, maior será a actividade por ela solicitada à federação.”

Por unanimidade foi dada concordância a este parecer

 

w “Enfim, por razões evidentes e para garantir uma continuidade da administração e dos trabalhos em curso e facilitar a transformação da Associação Portuguesa de Criadores de Raças Selectas em Federação Portuguesa de Criadores de Cavalos de Raças Selectas, além de um representante de cada raça cavalar, o actual Presidente e os membros da Direcção e do Conselho Fiscal, que o desejem, transitarão para a federação com os mesmos cargos e manter-se-ão em funções durante 6 meses, após o que se procederá a eleições gerais

Foi dada concordância a este parecer por unanimidade

 

- Associação Portuguesa do Cavalo Árabe (APCA)

Para garantir uma maior eficácia e uma inteira representatividade federativa, nacional e internacional, foi decidido pelos presentes e por unanimidade fundar desde já a “Associação Portuguesa do Cavalo Árabe”, cujos Estatutos estão prontos. No entanto, em acordo com o referido por Manuel Heleno, todos concordaram que o Livro Genealógico desta raça se mantenha na Associação Portuguesa de Criadores de Raças Selectas até à fundação da Federação Portuguesa de Criadores de Cavalos de Raças Selectas.

Nota – Os Criadores e Proprietários presentes na reunião em apreço serão considerados Sócios Fundadores da APCA, cuja primeira Direcção será constituída por João Nogueira Lopes Aleixo, Caetano Macedo de Oliveira Soares, José Maria de Sousa Vaz Freire, Manuel H. Domingues Heleno e José Adriano Murteira Martins. (Fernando de Castro Van Zeller Pereira Palha não está mencionado dado que, por ser o Presidente da APCRS, por momento lhe seria difícil aceitar pertencer à referida Direcção, tanto mais que em acordo com o por nós proposto será, se aceitar, o primeiro Presidente da Federação Portuguesa de Criadores de Cavalos de Raças Selectas).

 

- Associação Portuguesa do Cavalo Anglo-árabe (APCAA)

Dado que os principais interessados nesta raça são na sua maioria criadores de Cavalos Árabes, foi decidido pelos presentes e por unanimidade fundar desde já a Associação Portuguesa do Cavalo Anglo-árabe, cujos Estatutos estão prontos. No entanto, em acordo com o referido por Manuel Heleno, todos concordaram que o Livro Genealógico desta raça se mantenha na Associação Portuguesa de Criadores de Raças Selectas até à fundação da Federação Portuguesa de Criadores de Cavalos de Raças Selectas.

Nota – Os Criadores e proprietários presentes na reunião em apreço serão considerados Sócios Fundadores da APCA, cuja primeira Direcção será constituída por João Nogueira Lopes Aleixo, Caetano Macedo de Oliveira Soares, José Maria de Sousa Vaz Freire, Manuel H. Domingues Heleno e José Adriano Murteira Martins.

 

- Regulamento Nacional de Julgamentos, nos Concursos de Modelo e Andamentos da Associação Portuguesa de Criadores de Raças Selectas

Com o fim de aumentar o interesse pelas provas de Modelo e Andamentos e de as tornar mais uniformes, bem como para orientação dos Juízes menos experientes, foi decidido por unanimidade apresentar à Associação Portuguesa de Criadores de Raças Selectas uma proposta de “Regulamento Nacional de Julgamentos, nos Concursos de Modelo e Andamentos da APCRS”. Foi decidido por unanimidade que naquele regulamento, além de vários anexos, era indispensável, entre outros, inserir os seguintes Artigos:

 

Compete ao Júri de Classificação promover a classificação dos animais em prova atribuindo-lhes notas em acordo com a Folha de Notação constante do anexo II do Regulamento de Concursos Oficiais de Modelo e Andamentos.

 

As Folhas de Notação devem obrigatoriamente ser assinadas pelos Juízes e por eles entregues aos organizadores.

 

Qualquer concorrente pode solicitar as Folhas de Notação, que obrigatoriamente lhe devem ser entregues pela organização ou Presidente do Concurso.

 

As Folhas de Notação não solicitadas por um concorrente devem ser arquivadas pela organização do Concurso durante três meses, período em que podem ser solicitadas pelo concorrente.

 

As notas vão de 0 a 20 pontos e serão inscritas pelos juízes na Folhas de Notação.

 

Os Juízes que estão habituados a julgar com uma notação de 0 a 10 pontos, deverão ter bem presente que uma nota de 17 a 20 pontos corresponde a excelente – ouro -, que 14 a 16 corresponde a muito bom – prata -, que 11 a 13 corresponde a bom – bronze -, que 9 a 10 corresponde a sofrível, que 6 a 8 corresponde a insuficiente e que 0 a 5 corresponde a mau, o que obviamente não é a mesma coisa que dar uma nota de 0 a 10 e multiplicar por 2.

 

Compete ao Júri de Classificação desqualificar qualquer animal que apresente sinais de doença ou de claudicação grave, bem como qualquer animal que se mostre perigoso em prova.

 

No terreno de julgamento os juízes devem situar-se longe do público, com quem evidentemente não devem contactar

 

Durante o julgamento nenhum proprietário, criador, treinador ou simples espectador, pode entrar no recinto de julgamento e contactar os juízes, sob pena de imediata desqualificação do animal em apreciação

 

O Júri poderá deixar de atribuir prémios sempre que entenda que os animais apresentados deles não sejam dignos e deve excluir da classificação qualquer animal que mostre nítidos sinais de irregularidade nos movimentos ou possua taras graves (ver anexo)

 

Um juiz deve ter em atenção qualquer tara que o animal julgado apresente, e deve diminuir a nota correspondente em acordo com a importância da referida tara (ver anexo)

 

Nos Concursos Regionais os juízes devem de preferência estar separados uns dos outros durante o julgamento. Esta condição é obrigatória nos Concursos Nacionais Oficiais e Campeonato de Portugal Oficial, da APCRS.

 

Um juiz pode julgar várias raças, secções e classes num mesmo concurso.

 

Um juiz não pode julgar uma classe em que:

- existam animais sua propriedade, total ou parcial

- existam animais por ele criados ou vendidos

- existam animais criados ou pertencentes a um particular ou a uma sociedade que o empregue, seja a que título for

- existam animais pertencentes a seus familiares até 2º grau

- existam animais criados ou pertencentes, no todo ou em parte, a uma qualquer organização ou associação em que exerça funções

- existam animais por ele treinados ou em que tenha um qualquer interesse

 

Nenhum Membro da Comissão Organizadora de um Concurso pode exercer as funções de Juiz nesse evento

 

Um Juiz pode chamar um veterinário para confirmar a idade de um animal, ou, se for impossível, pode classificar o referido concorrente condicionalmente.

 

Um Juiz pode pedir um exame químico de urina e ou de sangue de um animal se suspeitar que foram utilizados produtos proibidos que modifiquem o comportamento natural do animal. Neste caso o concorrente será classificado condicionalmente, até que o resultado do exame feito por um laboratório reconhecido oficialmente seja conhecido.

Nota: Por produtos proibidos deve entender-se os produtos que figuram na respectiva lista da FEP.

 

O proprietário de um cavalo em que foram utilizados produtos proibidos fica inibido de inscrever animais em Concursos de Modelo e Andamentos durante um ano

 

A organização de um concurso suportará as despesas de estadia e viagem dos juízes. O reembolso de despesas de viagem em automóvel próprio será calculado em acordo com os quilómetros realizados entre a residência do Juiz e o local de Concurso, tomando-se como base de cálculo um gasto de sete litros de gasolina por cem quilómetros.

 

Antes de um Campeonato ou Concurso deve obrigatoriamente ser prevista pela organização uma reunião de trabalho com os Juízes.

 

Os títulos de Campeão de Portugal Macho Júnior, Campeão de Portugal Macho Sénior, Campeã de Portugal Fêmea Júnior e Campeã de Portugal Fêmea Sénior, serão atribuídos pelo conjunto de juízes que julgaram essa raça

 

O Troféu da “Coudelaria Melhor Apresentada” será atribuído pelo conjunto dos juízes que julgaram as várias raças do concurso.

 

O Troféu “Melhor Apresentador / Tratador” será atribuído em acordo com as notas atribuídas pelos diferentes juízes. Em caso de empate o vencedor deste troféu será decidido pelo conjunto dos juízes que julgaram as várias raças do concurso.

 

Das decisões do Júri não há recurso, salvo se contrariarem determinações expressamente consignadas neste Regulamento.

 

- Assembleia-geral da ECAHO em Praga

Foi dado um resumo das tendências actuais e referiu-se que com a recente mudança de Presidente aquela organização parece cada vez mais dominada pela Alemanha, o que se espera se modificará nas próximas eleições.

 

- Expoégua na Golegã e Campeonato Nacional em Santarém

Foi lamentada a ausência ou pequeníssima presença de animais Árabes nestes dois certames. Pela análise havida, julga-se que as alterações por nós pedidas para o Regulamento Nacional de Modelo e Andamentos levarão ao aparecimento de bastantes concorrentes que serão apresentados à mão, nomeadamente éguas de criação.

Também a obrigação imposta por certas organizações, exigindo que os animais pernoitem no local do concurso, contribui incontestavelmente para a ausência de concorrentes. Efectivamente, o deslocamento de pessoal que tal imposição acarreta, traz grande prejuízo aos Criadores. Assim, foi decidido que em acordo com o Artigo 13º, alínea A, do Regulamento de Concursos Oficiais de Modelo e Andamentos, seja solicitado à Associação Portuguesa de Criadores de Raças Selectas que não dê o seu acordo às organizações no sentido de ser exigida a presença dos animais mais que um dia.

Enfim, a falta de ajudas estatais sob a forma de prémios pecuniários nestes concursos, também não encoraja os criadores, situação que normalmente poderá ser solucionada pela federação de criadores em vias de criação.

 

– Um site na Internet sobre o PSA em Portugal

Foi relembrada a utilidade de construir um site para os criadores de PSA. Por um preço razoável (que diminuirá com o aumento do número de interessados), cada criador poderá dispor do equivalente a 3 páginas dactilografadas, com 3 a 10 fotografias (dependendo do tamanho desejado), bem como de um e-mail personalizado. Para evitar despesas suplementares aos interessados Manuel Heleno já começou a construção do referido site.

 

– Próxima Reunião dos Criadores e Proprietários de PSA, na 2ª quinzena de Janeiro de 2004.

A quinta reunião dos Criadores e Proprietários de PSA terá lugar na segunda quinzena de Janeiro próximo, na Quinta de Santa Rita, em Évora, em casa do Senhor José Adriano Murteira Martins, que com sua Mulher, fazem o grande favor de nos receber.

 

– Festival taurino dedicado ao Cavalo Árabe

Enfim, uma iniciativa de grande interesse que a todos entusiasmou: após a reunião, o Senhor Dr. Caetano Macedo de Oliveira Soares informou que para publicitar o PSA iria brevemente organizar um festival tauromáquico para o nosso grupo, seus convidados e imprensa. Este espectáculo consistirá numa “Novilhada de Treino” para cavaleiros montando Cavalos Árabes, terá lugar provavelmente em Setembro ou Outubro próximo, na praça de touros de Montemor com a participação de Luís Miguel da Veiga, que logo se ofereceu, e provavelmente António Salgueiro Aleixo, Brito Paes, etc. Os forcados de Montemor aproveitarão para também fazerem um treino.

 

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