Associação Portuguesa do Cavalo Árabe

Associação Portuguesa do Cavalo Anglo-árabe

Associação portuguesa do Cavalo luso-árabe

 

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Acolhimento

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Associação Portuguesa do Cavalo Luso-árabe

(APCLA)

Direcção da APCLA

Manuel Heleno fundador da Associação e seu presidente, solicitou ser substituido naquele cargo por falta de tempo, e apresentou uma nova lista de Orgãos sociais, 
que foi aprovada por unanimidade

 

Mesa da Assembleia-geral

1 Presidente: Dr. Manuel Machado Faria

1 Vice-presidente: Luís Maria Pestana Torres Vaz Freire

1 Secretário: Vasco Manuel Coelho Lopes Avó

 

Direcção

1 Presidente da Direcção: Dr. Caetano Macedo de Oliveira Soares

3 Directores: José Adriano Murteira Martins, Dr. Manuel H. Domingues-Heleno, Dr. António Raul Brito Paes

1 Tesoureiro: José Maria de Sousa Vaz Freire

 

Conselho Fiscal

1 Presidente: Dr. Filipe Carlo Apolinário Castro e Nunes

2 Vogais: João Carlos de Torres Vaz Freire Mira, Joaquim Miguel Fernandes Potes

 

Comissão Técnica do Livro Genealógico Português

1 Presidente: o Presidente da Direcção

1 Secretário Técnico: Dr. Filipe Carlo Apolinário Castro e Nunes*

1 Vogal: João Salgueiro Lopes Aleixo

 

  

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Na Assembleia-geral da APCA, em 4 de Março de 2006,
foi decidido por unanimidade fundar a Associação Portuguesa do Cavalo Luso-árabe

 

Depois da Assembleia-geral de 4 de Março de 2006, as Direcções da Associação Portuguesa do Cavalo Árabe e da Associação Portuguesa do Cavalo Anglo-árabe reuniram-se e, dada a óbvia ligação que existe entre o Cavalo Árabe e o Luso-árabe, dado que é uma raça que interessa muitos criadores de Puro Sangue Árabe e dada a sua grande qualidade e dimensão a nível nacional, decidiram por unanimidade fundar a “Associação Portuguesa do Cavalo Luso-árabe” (ACLA) e aprovaram os seus Estatutos.

A nova Associação garantirá uma maior eficácia e uma inteira representatividade nacional e internacional da raça Luso-árabe e irá realizar o seu stud-book (provavelmente com percentagens de sangue similares às utilizadas no Anglo-árabe), de forma a valorizá-la, a obter o seu reconhecimento além fronteiras como raça portuguesa e a permitir que os seus criadores se candidatem aos subsídios da Comunidade Europeia.

A Associação do Cavalo Luso-árabe tem por principais finalidades:

- Assegurar o estudo, a defesa, a promoção, a coordenação e a representação dos interesses gerais da criação do cavalo Luso-Árabe, nomeadamente junto das autoridades públicas e dos organismos nacionais, comunitários e internacionais

- Realizar o Livro Genealógico do cavalo Luso-Árabe e assegurar a sua manutenção, de forma a valorizar a raça e a obter o seu reconhecimento além fronteiras

- Assegurar o melhoramento da raça pela selecção de bons reprodutores

- Intervir em favor da obtenção dos subsídios oferecidos pela Comunidade Europeia aos criadores de raças autóctones.

- Assegurar a defesa, a promoção, a coordenação e a representação dos interesses dos seus Associados em todos os domínios, sejam eles técnicos, económicos, sociais ou fiscais, nomeadamente junto das autoridades públicas e dos organismos nacionais, comunitários e internacionais

   

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Circular 32 enviada aos criadores de luso-árabes

 

É com o maior prazer que lembramos que foi fundada a Associação Portuguesa do Cavalo Luso-árabe, cujos Estatutos foram devidamente legalizados por escritura notarial e receberam a devida homologação governamental.

Assim, possuímos autorização oficial para criar, abrir e gerir o Livro Genealógico Português do Cavalo Luso-árabe, que vai ser realizado considerando os princípios gerais e métodos já utilizados no Livro Genealógico do Anglo-árabe. Evidentemente, na feitura deste trabalho tentaremos encontrar as linhagens mais remotas, de maneira a introduzir no Stud-book as origens de todos os Luso-árabes que foram importantes, bem como as de todos aqueles que existem, o que não deixará de aureolar grandemente a criação cavalar portuguesa e consequentemente o nosso País. Afinal, foi o que os franceses fizeram quando criaram o primeiro Stud-book do Anglo-árabe, com todos os benefícios que para eles daí advieram, embora nenhuma das raças originais do Anglo-árabe fosse francesa.

Lembramos que o Luso-árabe é certamente uma das estirpes cavalares nacionais de maior prestígio e com maior história, como demonstra incontestavelmente o grande interesse que por ela tiveram ou têm grandes figuras e prestigiosas coudelarias portuguesas. Unicamente a título de exemplo e não exaustivamente, lembramos:

- Cavaleiros tauromáquicos que triunfaram com Luso-árabes – António Luís Lopes, João Branco Núncio, D. Francisco Mascarenhas, Simão da Veiga, Rosa Rodrigues, Dr. Fernando Salgueiro, Murteira Correia, Zoio, Manuel Conde, Emídio Pinto, Família Ribeiro Telles, João Moura, Bastinhas, João Salgueiro, Brito Pais, Ana Batista, etc;

- Coudelarias que criaram ou criam Luso-árabes – Coudelaria de Alter, Coudelaria Nacional, Coudelaria da Marquesa de Tancos (com o importantíssimo Temporal), Coudelaria Infante da Câmara, Quinta da Foz, Quinta dos Gamos, Coudelaria Conde Cabral, Coudelaria David Ribeiro Telles, Sociedade das Silveiras, Coudelaria Arsénio Cordeiro, Coudelaria Xavier de Lima, Casa Sommer, Coudelaria Veiga, Coudelaria Coimbra, Coudelaria Beja da Costa, Casa Núncio, Coudelaria Irmãos Serrano, Coudelaria Lopo de Carvalho, Coudelaria Juliano Teixeira Gomes, Casa Gil, Casa Gama, Coudelaria Alves Inácio, Coudelaria Ortigão Costa, Casa Palha, Coudelaria Varela Crujo, Coudelaria Emídio Pinto, Coudelaria Duarte Lopes, Coudelaria Lopes Aleixo, Coudelaria Romão Tavares, Coudelaria Nuno Simões, Coudelaria Dr. Francisco Matos, Coudelaria Machado Gouveia, etc.

 Assim, é óbvio que o cavalo Luso-árabe é um património nacional, tornando-se indispensável defender a sua continuidade, oferecendo-lhe agora o estatuto de verdadeira raça nacional de prestígio, dando a conhecer a sua remota origem, preservando a sua pureza, garantindo o seu melhoramento pela selecção de bons reprodutores, assegurando o estudo, a promoção e a representação dos interesses gerais da sua criação, nomeadamente junto dos organismos nacionais, comunitários e internacionais.

Para tanto, é primordial e urgente criar o Livro Genealógico do Luso-árabe, de forma a valorizar e engrandecer a raça obtendo o seu reconhecimento além fronteiras, o que indiscutivelmente prestigiará Portugal, além de permitir a obtenção dos subsídios oferecidos pela Comunidade Europeia aos criadores de raças autóctones.

Mas, para a realização daquele Livro Genealógico necessitamos da ajuda de todos, e assim solicitamos o favor de nos informarem com a possível urgência se possuem ou possuíram Luso-árabes e qual a sua origem, com a identificação dos antepassados inscritos num Stud-book.

Igualmente, desde já agradecemos penhoradamente aos 639 criadores a quem enviamos a presente circular, o favor de fazerem saber aos outros criadores ou proprietários de animais Luso-árabes, da necessidade de nos contactarem, para que os seus produtos possam ser devidamente incluídos no Stud-book do Luso-árabe.

Mais se informa que os animais Luso-árabes inscritos no Registo do Cruzado Português (que não é um Stud-book), podem e devem transitar para o Stud-book do Luso-árabe, o que não deixará de os valorizar consideravelmente.

Ficamos ao dispor para qualquer esclarecimento, inclusivamente em reunião que achem por bem ser organizada.

Aproveitamos para desde já agradecer e apresentar a V. Exa., os nossos cordiais cumprimentos.

O Presidente da APCLA

                                                Manuel H. Domingues-Heleno

 

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Última actualização: 10 novembre 2012